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Antonio Pinto Leite defende no Expresso que os contribuintes com objecções morais à prática do aborto devem poder não contribuir com os seus impostos para o patrocionio desta prática. A lógica subjacente é que os contribuintes não devem ser forçados a pagar, por intermédio do Estado, actos que agridem a sua consiência.
Acho este conceito fabuloso, tenho pena de não me ter lembrado disto antes. Desde, claro, que seja aplicado transversalmente e não seja usado apenas como arma retórica liberal.

Segue uma lista de actos patrocinados pelo meus impostos que agridem intensamente a consciência:

Vou ficar à espera do meu reembolso!

| 2006/11/12 |