Se aconteceu, não deve ter sido bem assim. Se aconteceu e foi mesmo assim, é tão parvo que não vale a pena inventar.

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Actualmente há uma campanha pelo voto em branco como forma de mostrar descontentamento com as restantes opções. Apesar de não ser uma ideia parva de todo à que notar que segundo a nossa lei eleitoral os votos em branco não são contados para a atribuição dos lugares no Parlamento.

A vantagem é que se poupa muito trabalho em reeleições depois de maiorias absolutas do Partido Em Branco. A desvantagens é que como no modelo economico invocado pelo Prof. Cavaco não há motivação para investir em boas propostas e perpetua-se recompensa-se a incompetência.

| 2005/02/06 |


Na Antena 1, paga pelos contribuintes e administrada pelo Governo, um padre católico apelou à rejeição dos programas que defendam o aborto e a eutanásia.

A intromissão da Igreja na política não é nova e pelo menos o senhor padre já não tentou explicar aos fieis em que quadradinho devem desenhar, com cuidado, a cruzinha. O que é novo (ou talvez não) é a comunicação social do Governo, de direira social democrata cristã, dar voz à Igreja, cristã de direita, para falar contra programas políticos, de esquerda.

É bom ver o meu dinheiro a trabalhar.

| 2005/02/06 |


PSL diz que votar PS é votar nos fugiram em 2001.

Sócrates olhou à volta e resolveu ficar calado.

| 2005/02/06 |